Este blog está correctamente escrito em português, à revelia do triste acordo ortográfico em vigor.

29/10/2018

O Maestro, o Cuco e a Lenda

Memória selectiva



A memória é algo de complexo, que varia de pessoa para pessoa. O que retém? O que elimina? Como nos recorda aquilo que vivemos? Ou não?
O Maestro, o Cuco e a Lenda, é um livro sobre a memória, um livro sobre memórias.

26/10/2018

Amadora BD 2018: O festival que (não) existe

A 29.ª edição do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora abre hoje as suas portas e prolonga-se até dia 11 de Novembro.
Oficialmente, pouco mais se sabe(ria). Informação à imprensa, aos bloggers, a quem faz divulgação dos acontecimentos de banda desenhada, não houve. Quase se pode pensar que o festival este ano não existe.

Leitura nova: Living Will #7

23/10/2018

Miguel Montenegro: "Não tenho saudades de desenhar super-heróis"






Chama-se Miguel Montenegro e como autor de BD começou por dar nas vistas quando trabalhou para a Marvel. O percurso desde então até ao recente Futuroscópio, passando pelos Psicopatos, foi abordado na entrevista que se segue.

Apresentação: Nascida das Águas

(imagens e informação disponibilizadas pela organização; clica na imagem para as aproveitar em toda a sua extensão)

19/10/2018

XIII Mistery: Judith Warner

Unir pontas


Décimo-terceiro - e teoricamente último - tomo da colecção XIII Mistery, com one-shots dedicados a alguns dos secundários da série XIII, este livro - que conta com diversos protagonistas conhecidos - vem unir algumas das pontas soltas da série-mãe.
E - por isso? - conta com argumento de Jean Van Hamme, na sua segunda fuga à reforma em pouco mais de um mês, depois de Kivu.

Leituras novas: Pepedelrey, Starlegacy e Humanus

  

17/10/2018

Watchers

 
Branca ou vermelha?

Mantenham as janelas fechadas e as portas trancadas.”
In Watchers

Álbum que assinala o regresso de Luís Louro às obras a solo, Watchers é um relato futurista que espelha a realidade actual e que o autor propõe com dois finais diferentes.

Nas bancas: Largo Winch #4

15/10/2018

Os Guardiões do Louvre

O homem que passeia... no museu

Entre sonho e realidade…
...vagueio pelo interior do Louvre.”
In Os Guardiões do Louvre

Em Os Guardiões do Louvre, Jirô Taniguchi - ou o protagonista por ele, nele emulado? - é o ‘homem que passeia’ outra vez, agora pelos corredores do célebre museu parisiense, evocando os grandes mestres e visitando os locais onde deram à luz as suas obras… sem esquecer uma nota pessoal (?), com tanto de terna quanto de dolorosa.

12/10/2018

Tex: Desafio no Montana

À procura de mercados





Se um dos propósitos da colecção Tex Romanzo a Fumetti - no Brasil (muito mal) rebaptizada Tex Graphic Novel - era chegar ao mercado franco-belga, este álbum pode cumpri-lo perfeitamente.

10/10/2018

Largo Winch #3

Sem tempo para respirar

Enquanto continua a descobrir quem o tenta trair dentro do seu próprio grupo, Largo Winch vê-se a braços com uma acusação de tráfico de heroína.
O tiro de partida (no sentido figurado) é dado quando uma cabeça humana é servida (literalmente) numa recepção a que Largo comparece.

Nas bancas: Largo Winch #3

08/10/2018

Cuto vol. 1

Uma época única

Possivelmente - e tenho ideia de já o ter escrito - vivemos a melhora das épocas no que à BD diz respeito, já que, a par da produção actual, temos acesso, em magníficas edições, ao melhor - e a mais do que isso - que foi feito nas décadas anteriores: quase 100 anos aos quadradinhos!
Cuto, herói da juventude de muitos dos avôs de hoje, que o descobriram nas páginas espanholas da Chicos ou nas portuguesas de O Mosquito, é um dos exemplos mais recentes.

06/10/2018

05/10/2018

David Rubin: “Beowulf é uma das obras que melhor me define”





Chama-se David Rubin, nasceu na Galiza, há quase 41 anos e esteve na recente edição da Comic Con Portugal, onde a Ala dos Livros se estreou com o lançamento de Beowulf, que serviu de mote para a pequena conversa que se segue.

04/10/2018

Deuses americanos 1: Sombras

Estranheza



Não conheço o romance original de Gaiman, não vi a série televisiva que nele se baseou. E chego ao fim da leitura do primeiro tomo da sua adaptação em BD, dividido quanto à opinião a formar. E a precisar da continuação, para perceber onde Gaiman pretende chegar ou confirmar a estranheza que a leitura me deixou.
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