Este blog está correctamente escrito em português, à revelia do triste acordo ortográfico em vigor.

30/08/2018

Marco Mendes: “Publicar o Diário Rasgado no Jornal de Notícias implica ter um discurso politizado na esfera pública”



Chama-se Marco Mendes, vive no Porto e desde há algumas semanas ocupa o topo da página 2 - de opinião - do Jornal de Notícias, com o seu Diário Rasgado, uma visão pessoal sobre o quotidiano.

28/08/2018

Miguel Mendonça: “Decidi investir na área que me apaixonava mais.”






As Leituras do Pedro: Quando começaste a trabalhar para os EUA?
Miguel Mendonça: Comecei em 2013 no livro Grimm Fairy Tales - Unleashed da editora Zenescope. Desenhei umas 10 páginas para o livro 2 dessa série, e depois umas 40 páginas para o livro 5 (o livro completo).

26/08/2018

Comic Con Portugal 2018: Os convidados BD


A poucos dias do início do evento, que decorre de 6 a 9 de Setembro, no Passeio Marítimo de Algés, em Lisboa, eis a lista dos convidados da área de BD (com a ressalva que pode estar desactualizada, se tiver havido algum anúncio de última hora, uma vez que este post foi agendado há duas semanas).

25/08/2018

24/08/2018

Jorge Coelho: “O trabalho feito empresta-me mais credibilidade”




As Leituras do Pedro: Quando começaste a trabalhar para os EUA?
Jorge Coelho: Entrei para a Marvel e a BOOM! Studios em final de 2013, início de 2014.

22/08/2018

20/08/2018

Daniel Henriques: "Como fanboy gostaria de fazer algo para o Spawn"



As Leituras do Pedro: Quando começaste a trabalhar para os EUA?
Daniel Henriques: O meu primeiro trabalho foi apenas como ajudante, em 2011 para o Venom 04, revista que curiosamente muitos anos depois o Jorge Coelho desenhou também. Nessa altura ainda tinha um emprego normal; comecei mesmo como freelancer em 2013, maioritariamente a ajudar outros artistas, e comecei depois a trabalhar regularmente a solo para a DC Comics em 2015.

17/08/2018

Colecção Vertigo 25 anos






A Levoir inicia amanhã a celebração dos 25 anos do selo Vertigo, com a distribuição com o jornal Pùblico, do primeiro de cinco volumes, em capa dura, por 13,90 € cada um.
A lista das cinco obras já conhecidas, vem a seguir.

14/08/2018

Turma da Mônica encontra super-heróis da DC Comics







Quem é mais forte, a Mônica ou o Super-Homem?
Quem ‘bola’ os melhores planos, o Cebolinha ou o Batman?
Quem é o maior vilão, o Joker ou o Capitão Feio?

13/08/2018

10/08/2018

Cicatriz

Marcas da vida



Depois de Jardim Dos Espectros - e de outros títulos recentes de autores portugueses - eis uma nova surpresa aos quadradinhos. Sofia Neto, na sua primeira obra longa, surpreende pela forma como explora um tom mais intimista - que de alguma forma lhe era expectável - combinado com um registo de antecipação. E como diz tanto ou (aparentemente) tão pouco.

09/08/2018

Jardim dos Espectros

Maturidade






Os anos recentes têm trazido muitas surpresas aos leitores de BD. Jardim dos Espectros é mais uma, em português.

07/08/2018

Km/h

(Mais do que) uma boa ideia



Uma boa ideia chega para escrever um bom livro? Não, mas ajuda. (Será necessário sempre também o talento e a inspiração.)
Mas uma boa ideia, com um toque de génio - chamo-lhe assim à falta de melhor - pode proporcionar uma boa leitura. Mesmo que leve e sem pretensões para mais do que um bom divertimento.

04/08/2018

1+10 Romances gráficos editados em português que todos deviam ler


Este texto foi escrito em complemento a Mas afinal de que falamos quando falamos de romances gráficos?, publicado aqui no blog ontem, sexta-feira.
A sua génese obedeceu a dois pressupostos: serem obras editadas em português e fugir às habituais referências no género (Maus, V de Vingança…)

03/08/2018

Mas afinal de que falamos quando falamos de romances gráficos?


A pergunta justifica-se pelo uso cada vez mais generalizado - e também indiscriminado - desta designação, que eu prefiro, ou, maioritariamente, da designação ‘novela gráfica’, que mais não é do que uma tradução literal do norte-americano graphic novel.

02/08/2018

Ken Parker #3

Dualidade


Mais tarde do que desejava (em termos de leitura), mais cedo do que contava (em termos de escrita) regressei a Ken Parker. Numa edição com Berardi ainda à procura do tom certo para a personagem, mas já com muitos dos aspectos que fizeram desta, uma série western de eleição e referência, mesmo quando as temáticas bases são recorrentes e vulgares no género.
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