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25/06/2018

Sondagem: Qual o melhor livro da Colecção Bonelli?








Cerca de uma semana após a Levoir ter concluído a publicação da Colecção Bonelli, que foi distribuída durante 10 semanas com o jornal Público e analisada aqui semanalmente, As Leituras do Pedro perguntam aos seus visitantes qual ou quais o(s) livro(s) da colecção que mais apreciaram.
À partida havia muitas dúvidas e até desconfiança da parte de muitos em relação às obras Bonelli, mas o bom acabamento gráfico da colecção - sim, mais uma vez, o tamanho importa - que destacou a qualidade intrínseca das obras - primeiro em termos gráficos, depois também em termos narrativos - parece ter surpreendido - e convencido? - (boa?) parte dos renitentes.
Dada a sua diversidade temática, a garantia das propostas mais tradicionais, a curiosidade das histórias cuja acção decorre em Portugal e as boas surpresas, esta foi uma oportunidade para se ficar a conhecer um pouco melhor o vasto universo da Sergio Bonelli Editore. E, quem sabe, o abrir de uma porta para o seu regresso - a diferentes níveis... - a curto ou médio prazo.
Agora, cabe aos habituais visitantes deste blog indicarem os livros de que gostaram mais.
Para votar, como habitualmente, devem aceder ao quadro disponível no alto, à direita e seleccionar os títulos da colecção que preferiram - pode-se votar em mais do que um, mas o ideal seria que no máximo indicassem apenas 3 títulos. Só se pode votar uma vez, mas é possível alterar a votação sempre que se desejar, enquanto ela estiver aberta.
A votação irá decorrer até dia 15 de Julho e os resultados serão analisados nos dias seguintes.
Agora, (re)leiam e votem.
Boas leituras!

(clicar nas imagens para as apreciar em toda a sua extensão)

14 comentários:

  1. Adquiri todos mas ainda só li três. Desses três, vou escolher apenas um como o "melhor" e fico-me por aqui.
    Embora, se ler mais algum até dia 15, poderei vir aqui botar mais um bitaite :-)

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  2. Mais uma boa sondagem do site, infelizmente estou exatamente no processo de leitura da coleção. Até quando se mantém a votação?
    Já li 5 volumes: tex-a lenda de tex; dampyr-aventuras em Portugal; Martin Mystère- o destino da atlântida; mister no-ovnis na amazonia; dylan dog-os inqulinos arcanos. Até agora, tex, damypyr e martin mystère os meus favoritos. Apesar de também ter gostado de mister no e dylan dog.

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  3. Francamente comprei uns quantos, preferi o Dampyr, principalmente a história desenhada pelo Bocci e fiquei com vontade de ler mais, o ambiente fez-me lembrar os filmes da Hammer, num tom mais realista. Gosto do Dylan Dog mas depois chega a ser silly demais para o meu gosto, e repetitivo, demasiada palha e os diálogos parecem mal construídos, aquela paródia ao Groucho acaba por se tornar irritante, o mesmo é válido para a Julia Kendall e a sua empregada, mais uma vez o silly da coisa. Ainda estou a ler o Mystére mas mais uma vez encontro histórias que se arrastam e os flashbacks são aborrecidos, cortam o ritmo (este gajo faz-me lembrar um clone do Bob Morane), Tex não me diz nada, cóboiadas na BD para mim é Jerry Spring, Comanche, Blueberry no início antes de se ter tornado demasiado palavroso. Talvez o Fumetti não seja mesmo para mim. Paciência. De edições de banda desenhada que têm saído recentemente estou a gostar mais das Novelas Gráficas, estórias melhor construídas, que sobreviveram à passagem do tempo e ainda melhor desenhadas, com um maior cuidado. Gostava um dia de ver o Silêncio do Comés ou o A Sombra do Corvo do mesmo autor numa destas colecções.

    1 ab bedéfilo,
    Pedro Salvado

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    Respostas
    1. A Bonelli tem excelentes histórias.
      Estas não seriam a minha escolha.
      Tente ler o Tex, o capitão Jack.
      Da editora polvo, à venda na fnac.
      Vai gostar.

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    2. Já agora ,não compreendeu o personagem do grouxo.
      O objectivo não é divertir o leitor.
      A função do grouxo é chatear .
      E cumpre a função.
      Daí ser importante o personagem .

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    3. O Groucho tem piada mas torna-se insuportável passadas algumas histórias, tipo Jar-Jar Binks.

      Dá cabo da seriedade das histórias, a prestação dele nem é marcante, não serve as histórias, penso que funcionaria melhor como amigo imaginário, eu gosto dos irmãos Marx mas o humor deles era mais refinado, nas histórias do Dylan é apenas parvo, péssimo uso do nonsense.

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  4. Comprei a colecção toda, mas ainda só li meia-dúzia. Os que mais gostei foi o LE STORIE e fiquei muito curioso com o mundo de DRAGONERO-fiquei com vontade de ler mais e saber mais.

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  5. Embora aprecie a insistência da Levoir, desde a primeira série das "Novelas" (ai) Gráficas que não comprava nenhum livro. Desta vez, e porque tenho sentido saudades das edições da Mythos (pese embora os seus problemas, especialmente o preço a que eram vendidas em Portugal), comprei e li esta série toda.
    Não acompanhei os processos/explicações de escolha dos volumes mas fiquei bastante surpreendido pelas escolhas. Embora se compreenda pelo formato escolhido para as edições, penso que o que foi escolhido acaba por não ser representativo das personagens em questão e obrigará sempre a ser uma espécie de ligeiro aperitivo e, a quem despertar o interesse, terá de procurar ir bem mais fundo. De qualquer das formas se Dragonero já conhecia de nome mas nunca tinha lido, Le Storie sinceramente nem conhecia e foi uma boa surpresa.
    Posto isto, uma das coisas que mais me agrada/agradava nas edições Bonelli era a dimensão das histórias, com centenas de páginas que permitiam ir a grande pormenor e se tornavam em verdadeiros épicos. Isto no caso do Tex é, para mim, o mais gritante visto que estas edições a cores e de histórias curtas não encaixam no que é o verdadeiro Tex.
    A excepção são Dylan Dog e Dampyr que, por outro lado, muito melhor encaixam, em especial no caso do DD, porque as histórias são frequentemente pequenos contos de horror, frequentemente homenagens a filmes ou contos e sem uma grande história contínua de ligação entre os volumes. Por esta razão gostei muito mais dos Inquilinos que do perfeitamente barroco Johnny Freak. Dampyr também possui uma história de fundo mais forte mas as histórias escolhidas funcionaram perfeitamente como momentos isolados.
    Julia, que era para mim a minha personagem Bonelli preferida também não teve direito a uma história que considerasse excepcional mas aí, tal como Tex, penso que uma das grandes qualidades eram as histórias longas e que evoluíam muito subtilmente ao longo dos meses, com várias referencias a episodios anteriores, à medida que se exploram novos casos, o que é dificil deixar claro num volume único como neste caso.
    De qualquer das formas, sendo um conjunto de edições que nunca pensei vir a ser possível, não deixo de estar contente pela iniciativa mesmo que tal não se adapte ás melhores qualidades de muitas das séries. Não sei se terá continuidade mas talvez a presença de volumes duplos no futuro possa permitir contar as histórias verdadeiramente importantes e interessantes.

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  6. Ok, dou de barato que o Tex nesta coleção não seja representativo.

    Alguém sabe onde posso adquirir o Tex do Serpieri que retrata um Tex jovem nos seus 20 e tal anos e se vale a pena esta obra?

    Obrigado.

    1 ab. Bedéfilo,
    Pedro Salvado

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    Respostas
    1. O segundo livro do Tex é representativo do Tex regular.
      Quanto ao livro do Serpieri, não será fácil de encontrar. Só por encomenda, em brasileiro, italiano ou francês.
      A minha leitura dele está aqui:http://asleiturasdopedro.blogspot.com/2016/08/o-heroi-e-lenda.html

      Boas leituras!

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  7. Brasileiro? Que idioma é esse?

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    Respostas
    1. Pessoalmente, considero que no Brasil se fala brasileiro - como nos EUA se fala americano.
      Isto, sem qualquer vislumbre de racismo, superioridade ou qualquer outro tipo de crítica que alguns queiram ver na designação.
      A língua que se fala no Brasil é suficientemente diferente do português - teve a sua própria evolução - por isso considero que merece ,mais do que ser considerada "português do Brasil", essa sim uma designação redutora...
      É a minha opinião.
      Boas leituras!

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  8. Gostaria de poder ver novas caras numa futura colecção, como Nathan Never e Ken parker. Relativamente a este último, sugiro a publicação do díptico "Horas de Angústia" ou "A balada de Pat O'Shane" e "Assalto em Canyon City".
    Mas bom mesmo seria a publicação integral em 15 volumes duplos dos 30 títulos da série "Um homem, uma aventura".
    Cumprimentos
    GP

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  9. Ainda não li todos mas até agora não li um de que gostasse verdadeiramente. Foi uma verdadeira decepção para mim esta coleção da Bonelli.

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