Este blog está correctamente escrito em português, à revelia do triste acordo ortográfico em vigor.

31/10/2012

Melhores Leituras

Outubro 2012

Golias #1 Le Roi Perdu  (Le Lombard)
Serge Le Tendre e Jêrome Lereculey

O gato do rabino #4/#5 – Paraído Terrestre/Jerusálem de África (ASA)
Joann Sfar

12 - A doce (ASA)
François Schuiten

Captain América - El hombre que compró América
(Panini Comics Espanha)
Ed Brubaker, Steve Epting, Mike Perkins, Roberto de la Torre, Rick Magyar, Fabio Laguna e Frank D’Armata

Bruce J. Hawker - Intégrale #1 (Le Lombard)
William Vance

Punisher - El invierno morto (Panini Comics Espanha)
Greg Rucka, Marco Checchetto, Matthew Clark, Mathew Southworth, Michael Lark, Mirko Colak, Max Fiumara e Stefano Gaudiano

Daytripper (Panini Comics Brasil)
Gabriel Bá e Fábio Moon

Un printemps à Chernobyl (Futuropolis)
Emmanuel Lepage

Três sombras (Polvo)
Cyril Pedrosa

4 comentários:

  1. Presumo eu, caro Pedro Cleto,que esta secção periódica do seu blogue corresponda à legítima apreciação do seu autor/proprietário e não à auscultação pública ou colegial que proporcione um barómetro mais abrangente.
    Como tal, respeito os seus gostos e apreciações que, no caso destas 9 obras, são coincidentes com os meus. Compreendo e tenho de aceitar que não ia colocar muitas mais, porque o meio editorial não pinga com tal abundância e certamente outras há que não merecem - pelo menos na sua apreciação - a recomendação aos leitores do blogue como "melhores" leituras do Pedro, fazendo justiça ao título.
    Logo, é subjectiva, como em outros congéneres, esta apreciação; e devo reconhecer, repetindo-me, que é legítimo ao editor utilizar o seu livre arbítrio, com a isenção que já lhe reconheci.
    Contudo, Pedro,os leitores de Bd têm também o direito de saberem distinguir as "suas" melhores leituras e não caírem no mesmo logro de Ixião e tomarem a nuvem por Juno. É um exercício que cada um fará, calando-o ou, como eu, abrindo neste espaço, que graciosamente nos proporciona, a sua própria apreciação.
    E ei-la, a minha: em 9 obras há apenas 1 de um autor de origem portuguesa, não português, o que pode querer dizer - a)a produção dos "nacionais" não é suficiente ou se mostra inexistente - b)não corresponde ao gosto particular do autor do blogue - c) não reune a qualidade que mereça sequer ser cotejada com a produção exterior (isto sem qualquer prurido xenófobo).
    Certamente não me refiro ao trabalho que tenho editado, porque já o foi para os escaparates antes de Outubro - e lá seguindo a profecia de Isaías "pregando no deserto" dos seus "piratas" - mas também certamente não irei indicar outros autores portugueses que estão editados neste período e que considero omitidos.
    Considero-me leitor de Bd há tanto tempo, que não serei eu - por atraverssar tantas tendências da arte, inclusive a que se designa por Bd "engessada" e "arcaica" - o mais indicado para esta apreciação de valor; pelo facto de ser também autor e não ser apenas leitor, nem seria eu o mais indicado para falar sobre este pormenor; mas, inevitavelmente (talvez até despropositadamente) ousei escrever o que atrás está escrito. Por isso, peço-lhe, não condicione as suas escolhas através dos pormenores que lhe indiquei e, para mais, não sinta que eu as desconsidere, porque das obras indicadas, todas elas são do meu agrado.

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    1. Caro Santos Costa,
      Obrigado por este longa missiva.
      As Melhores Leituras que eu indico mensalmente, referem-se apenas aos melhores livros que eu li em cada mês, independentemente da sua data de edição.
      Não incluo nela releituras, excepto em casos em que se trate de uma nova edição.
      Obviamente, têm a ver com os meus gostos pessoais e a justificação encontra-se no texto alusivo que eu geralmente escrevi/vou escrever sobre a obra e que se encontra ao alcance de um clique na respectiva imagem.
      O número de obras que indico em cada mês não é fixo; tem apenas a ver com o número de obras que nesse período considerei merecedor de tal distinção.
      E o facto de duas ou mais obras estarem na lista, não indica de todo que as considere de igual qualidade.
      A nacionalidade dos autores não é - nunca foi, nunca será - justificação para os incluir ou excluir da lista.
      Espero ter conseguido esclarecê-lo! Se não foi o caso, por favor volte à carga!
      Abraço... e boas leituras!

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  2. Caro Pedro
    Eu estou esclarecido. Julgo que esta minha entrada permitiu esclarecer outros leitores desta sala.
    E não volto à carga. O Pedro recebu a minha proposição com bonomia e "fair-play" - segundo Tácito "quem se irrita com as críticas está a reconhecer que as merece" - e isso é o que conta.
    Todavia, não queira ler na minha missiva uma imposição, mormente sobre as "quotas" para nacionalidades, maxime portugueses. Se eu insisto neste parâmetro, é porque não sinto equilibrada a balança (e não só aqui), o que quererá significar a preponderância das alíneas a) e c) do 5º parágrafo da primeira intervenção.
    Creia-me, com um abraço retribuído, disposto às boas leituras.

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    Respostas
    1. Caro Santos Costa,
      Quanto à questão das quotas, ela não existe aqui no blog, obviamente.
      Aliás, eu acho que não deve existir, nem na BD, nem em qualquer outro campo. Acho que se deve chegar a qualquer lado pelo mérito e não porque tem de haver uns tantos portugueses, mulheres, europeus ou outra coisa qualquer.
      Quanto às alíneas que refere, se infelizmente é verdade que a produção portuguesa é pouca - e quanto eu gostava que fosse mais - em muitas alturas tem mostrado qualidade suficiente para figurar nestas minhas listas...
      Boas leituras... de qualidade!

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