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17/05/2018

Tex: A pista dos fora-da-lei


O(s) verdadeiro(s) Tex




O subtítulo acima - por muito estranho que possa soar em relação a uma personagem com 70 anos de existência ininterrupta e que tem sabido actualizar-se e manter-se moderno - tem uma dupla explicação.

26/04/2018

Dylan Dog: A Saga de Johnny Freak


Surpresa tripla








Este volume de Dylan Dog será uma surpresa. Boa. Muito boa.
Para todos os leitores, sob uma de três perspectivas.

28/04/2017

Programa da 4.ª Mostra do Clube Tex Portugal







(nota informativa disponibilizada pela organização)

Data: 29 de Abril (sábado) e 30 de Abril (Domingo)
Horário: 11h00 – 19h00 horas
Local: Museu do Vinho Bairrada – ANADIA
Entrada: GRATUITA

23/04/2017

Andrea Venturi e Leomacs na 4.ª Mostra do Clube Tex Portugal


(notas informativas disponibilizadas pela organização)

Os desenhadores italianos Andrea Venturi e Leomacs são os convidados de honra da 4.ª Mostra do Clube Tex Portugal, que tem lugar nos dias 29 e 30 de Abril, no Museu do Vinho Bairrada, em Anadia.

12/09/2014

Tex Gigante #28 – Os Pioneiros




Se Tex raramente consegue surpreender (no sentido de fuga ao seu estereótipo), também raras vezes desilude aqueles que procuram um western consistente e tradicional (no bom sentido).
Os Pioneiros, confirma – pela positiva – o que atrás está escrito.
A minha leitura de uma edição já à venda em Portugal – apesar de não ter sido anunciada… - está à distância de um clique.

24/04/2014

Tex Ouro #67: Ópio!





Depois de J.Kendall #104: Sem remorsos e de The WalkingDead #7: A calma antes, volto (ainda) mais uma vez, fortuitamente, sem o ter agendado, à questão da construção das histórias.
Desta vez, para responder à pergunta que, possivelmente, muitos leitores de BD já (se) colocaram: quando inicia o seu trabalho, o argumentista sabe como vai conduzir a narrativa até ao final em que pensou?
A resposta – uma das respostas possíveis – já a seguir.

05/08/2013

XVIII Salão Internacional de Banda Desenhada de Viseu

Data: 9 de Agosto a 22 de Setembro

Local: Feira de São Mateus
Organização: GICAV/Expovis






Ano sim, ano não, fruto das contingências orçamentais e estruturais, realiza-se a festa da banda desenhada em Viseu, pela mão do colectivo GICAV, um projecto sem fins lucrativos e independente. A norte de Lisboa, parece-nos ser este Salão presentemente o único evento de envergadura no panorama da divulgação e promoção da nossa banda desenhada.

Em parceria com a Expovis e o Salão de Moura, o Gicav assume a integração do XVIII Salão internacional de Banda Desenhada na programação da Feira de São Mateus, procurando desta forma alcançar outros públicos e dimensionando o Salão ao modelo de exposição bienal.

A compreensão da arte implica o seu usufruto com espírito crítico, numa dialéctica permanente com os agentes criativos. O Salão de Viseu insere-se na política de intervenção cultural do Gicav, procurando numa perspectiva de serviço comunitário estabelecer pontes de diálogo entre os criadores e o público amante da BD, dignificando este género artístico tantas vezes mal-amado. 

Sem apresentar uma temática fechada, o XVIII Salão pretende destacar o “Universo dos Fanzines de BD” em Portugal, apresentando exposições e autores/editores representativos deste fenómeno editorial, tantas vezes sobrevivendo à margem dos circuitos comerciais livreiros. Geraldes Lino (crítico, editor, coleccionador) é o anfitrião deste Salão no que aos Fanzines diz respeito, distinguido com o Prémio Animarte BD pelo trabalho incessante na divulgação e promoção dos artistas, muito em particular dos jovens artistas. Apresenta em Viseu um estudo de opinião sobre o mundo dos fanzines em Portugal, uma exposição de fanzines da sua colecção particular e a exposição “Corto Maltese no século XXI”, a partir do Fanzine Efeméride, do qual é editor.

João Amaral, artista multifacetado ligado a Viseu desde longa data, é distinguido com outro Prémio Animarte BD pelo conjunto da sua obra artística. O Salão revela em exposição individual alguns dos seus trabalhos mais representativos (A Voz dos Deuses; A História de Manteigas; História de Fornos de Algodres; Vidas; O Fim da Linha; Cinzas da Revolta).


Para além das exposições que derivam da atribuição dos Prémios Animarte BD, outras mostras integram este Salão Internacional: 

A Obra de Eça de Queiroz na BD (com Moura)
Homenagem à obra de Will Wandersteen
Humor no Jornal do Exército
Homenagem Póstuma a Sergio Bonelli (TEX)
Nos 50 anos do Spider Man
Grande Plano (sobre alguns álbuns estrangeiros)
Jovens Valores
(Joana Afonso – “O Baile”; Pedro Emanuel - Viseu; Dani - Viseu)
Álvaro
Miguel Rebelo (cartoons)
Rui Lacas – Asteroid Fighters
Corto Maltese no século XXI (Geraldes Lino)
Santos Costa (O Bandarra e outras histórias)
Comés - Homenagem póstuma
Andrea Venturi

A internacionalização do Salão ficou a cargo do José Carlos Francisco (responsável do Tex Willer Blog), mais uma vez, no âmbito da apresentação em Viseu de um conjunto de trabalhos originais de artistas de diversos países, em homenagem ao editor italiano do TEX, Sergio Bonelli (falecido recentemente).

Andrea Venturi é o artista italiano presente no Salão, no dia 10 de Agosto, para uma sessão de autógrafos onde estarão outros artistas convidados (Santos Costa, Miguel Rebelo, João Amaral, Pedro Emanuel), a partir das 17 horas.


O Gicav e a Expovis agradecem a todos quantos possibilitaram a concretização deste evento em prol da Banda Desenhada. 

(Texto da responsabilidade da organização)
Informação mais detalhada sobre os autores e as mostras pode ser consultada no Tex Willer Blog.

27/10/2009

Almanaque Tex #30

O preço da honra/A força do destino
Claudio Nizzi (argumento)
Venturi (desenho)
Mythos Editora (Brasil, Setembro de 2006)
135 x 178 mm, 228 p., pb, brochado

Resumo

Santos, um jovem apache que trabalhava para o exército como batedor, comete um brutal assassinato à vista de todos. Para descobrir o porquê daquele crime inexplicável, Tex tem que mergulhar no seu passado em busca da resposta, contando ao seu filho Kit e a Kit Carson a história do pai de Santos, o terrível guerreiro conhecido como Lobo Raivoso.

Desenvolvimento
Numa série como Tex, com produção regular mensal (com tudo o que de bom e de mau este conceito acarreta), e uma qualidade média bastante razoável, as histórias mais interessantes, a nível de argumento, para mim, acabam por ser aquelas que fogem mais aos estereótipos normalmente associados ao herói. Ou pela abordagem de temáticas distintas ou por se atreverem a um tratamento diferente do (tão imutável) protagonista (que é assim, porque é assim que os leitores gostam, por muito que alguns "críticos" gostassem de ver outras temáticas/situações/personagens nas suas histórias).
Um desses casos é o diptíco publicado neste número do Almanaque Tex, colecção que publica histórias inéditas de Tex originalmente publicadas na série italiana "Almanacco del West" ou histórias que ficaram por publicar quando era a Editora Vecchi a responsável pela edição brasileira de Tex (porque o herói Bonelli, no Brasil, já passou pelas mãos das editoras Vecchi, Rio Gráfica, Globo e Mythos, embora mantendo sempre a numeração aquando das mudanças de editora).
Numa história recente, de 2006, como habitualmente bem narrada e estruturada, funcionando à base de constantes flash-backs, aparentemente dentro dos códigos que regem um dos mais famosos e populares westerns europeus, há uma diferença fundamental: Tex, geralmente dono e senhor da situação, infalível e (quase) omnipotente, falha estrondosamente. E logo por três vezes. Primeiro, quando não consegue evitar o fim trágico de Natay, o índio rebelde que quase lhe rouba o protagonismo da narrativa. Depois, quando não consegue que o verdadeiro criminoso, o oficial do exército corrupto, seja levado à justiça. Finalmente, quando não consegue evitar ou pelo menos atenuar o castigo (apesar de tudo justo) do seu assassino. Motivos suficientes - mas há mais, que deixo aos leitores descobrir - para mergulhar na leitura destas mais de 200 páginas.

Curiosidade
Se o desenho de Venturi é profissional q.b., eficiente, expressivo e dinâmico, não deixa de ser interessante reparar como o Tex das situações em flash-back é igualzinho ao Tex das cenas passadas na actualidade. Isto, apesar dos cerca de 20 anos que medeiam entre as duas. Mais uma prova da imutabilidade de Tex e de que os grandes heróis são mesmo eternos!

(versão revista e actualizada do texto originalmente publicado no BDJornal #22 de Junho/Julho de 2007)
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