Ed
Brubaker, um dos convidados da Comic Con 2019, agora
como quando esteve presente no Salão Internacional de BD do Porto,
tem-se
distinguido como escritor de policiais negros e duros, mesmo quando o
género são os super-heróis, e “Criminal” é um dos seus mais
brilhantes exercícios naquela temática.
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27/08/2019
20/06/2019
Lançamento: Criminal livro um
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11/09/2018
The Fade Out
Em Hollywood
fazem-se dois tipos de ‘fitas’: aquelas que são construídas
para vermos projectadas no cinema, e as que se constroem para
projectarem(/esconderem) as vidas dos seus protagonistas.
21/07/2018
23/06/2017
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Velvet
24/01/2017
Velvet #2: Vidas secretas de homens mortos
Em busca da(s) verdade(s)
Gosto de títulos longos e enigmáticos. O que está acima, é
um bom exemplo, corresponde ao segundo tomo de Velvet e, podendo não parecer à
primeira vista, diz muito sobre ele.
Mas não é ele a razão para hoje destacar este livro.
Nas bancas: Vingadores Secretos - Missão a Marte
(nota informativa disponibilizada pela editora)
“À medida que o supercrime evolui, também aqueles que o
combatem terão de fazer o mesmo!
Reunidos por Steve Rogers, os Vingadores Secretos são uma
equipa clandestina dos Heróis Mais Poderosos da Terra, que leva a cabo missões
ocultas para proteger o mundo do desastre. Parte espiões, parte super-heróis,
esta é uma equipa de Vingadores como nunca antes se viu.”
23/09/2016
Fatale #1 a #5
De policial negro a conto fantástico, com sedução, sexo,
violência e possessão demoníaca como linha condutora, a história de Josephine
chega ao fim após 5 volumes.
15/09/2016
Velvet #1: Antes do Crepúsculo
O que há de comum entre (este) Velvet, Jessica Jones: Alias,
Fatale ou (mesmo) Saga?
[E não, não é o facto de todas terem sido editados pela G.
Floy.]
08/08/2016
Leitura Nova: Fatale #5
O volume final de uma das mais aclamadas séries da
actualidade!
Nicholas Lash encontrou por fim Josephine, a mulher que lhe
destruiu a vida, e lhe custou a perna e parte da sua sanidade mental. Mas,
agora, ela quer que ele a ajude numa missão ainda mais perigosa, a sua última oportunidade
de escapar a um destino terrível, e a que talvez nenhum deles sobreviva.
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05/06/2016
24/10/2015
Leitura Nova: Fatale - Volume Três
A mulher mais Fatal dos últimos cem anos regressa, na
terceira parte desta saga de terror policial que vai seguindo os meandros mais
escuros da história secreta da América, misturando thriller e terror
sobrenatural.
Dos dias mais negros da Grande Depressão, à Idade Média e ao
Velho Oeste, quatro contos de terror em volta do mito e mistério da femme
fatale irão revelar alguns dos segredos que nem a nossa heroína conhece, e preparar
o palco para o grande final de FATALE...
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22/09/2015
Capitão América: Sonhadores americanos
Ed Brubaker é, hoje, para mim, um dos poucos argumentistas
de super-heróis que me faz comprar uma edição.
Foi o seu nome – embora não só, mas já lá irei – que me fez
embarcar neste Capitão América:
Sonhadores americanos, nono volume da colecção Poderosos
Heróis Marvel da Levoir, distribuída às quintas-feiras com o jornal Público,
e a verdade é que, mais uma vez, apesar das surpresas, não saí desiludido.
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01/09/2015
El Proyecto Marvels
Um pouco na linha de Marvels,
de Kurt Busiel e Alex Ross, esta obra de Ed Brubaker e Steve Epting, é também
uma (bela e conseguida) homenagem aos primeiros tempos – e aos primeiros heróis
– da Marvel.
26/05/2015
Fatale Volume DOIS – O Negócio do Diabo
Entre conto negro, policial, fantástico e de terror, Fatale reinventa o conceito de mulher
fatal(e) ou, pelo menos, confere-lhe uma nova abordagem que deixa o leitor sempre
à espera de mais.
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15/05/2015
Leitura Nova: Fatale 2 - O Negócio do Diabo
A mulher mais Fatal dos últimos cem anos regressa, na
segunda parte desta saga de terror policial que vai seguindo os meandros mais
escuros da história secreta da América, misturando thriller e terror
sobrenatural.
06/11/2014
Leitura Nova: Fatale #1: A morte persegue-me
Fatale é uma combinação explosiva e brilhante de policial
noir e pulp com terror sobrenatural, que mistura mulheres fatais, cultos
secretos, detectives empedernidos e monstros lovecraftianos!
Descubra o restante da nota de imprensa já a seguir, de uma obra que As Leituras do Pedro já destacaram aqui.
18/09/2013
Fatale #1
La muerte me persigue
Géneros que, aliás, em muitos momentos – e a isso se deve
também o seu sucesso… - tem transposto para o registo de super-heróis com os
resultados conhecidos em histórias do Capitão América ou do Winter Soldier.
Porque
Brubaker, em vez de avançar de frente para o terror puro com sangue a rodos,
opta por uma versão mais subliminar, psicológica e apenas intuída pelo leitor
com um acrescento de incómodo digno de registo, devido às ameaças desconhecidas,
às sombras omnipresentes e à necessidade de enfrentar algo que se adivinha
terrífico mas que permanece - durante largas páginas – desconhecido, numa linha
narrativa com pontos de contacto com H. P. Lovercraft.
Ed Brubaker (argumento)
Sean Philips (desenho)
Dave Stewart (cor)
Panini Comics
Espanha, Abril de 2013
185 x 260 mm, 136 p., cor,
cartonado
15,00 €
Aclamado (justamente) com um dos melhores argumentistas de
comics (de super-heróis) da actualidade, para mim, Ed Brubaker é – antes de
mais – um excelente argumentista de histórias policiais e/ou espionagem.
Géneros que, aliás, em muitos momentos – e a isso se deve
também o seu sucesso… - tem transposto para o registo de super-heróis com os
resultados conhecidos em histórias do Capitão América ou do Winter Soldier.
“Fatale”, na qual trabalha com o desenhador Sean Philips –
tal como fizera, por exemplo, em “Project Overkill” - é mais uma prova (desnecessária) da qualidade da sua escrita.
Partindo da descoberta de um manuscrito inédito de um
escritor famoso anonimamente falecido, alia ao registo de policial negro
inicial, a pouco e pouco, um (surpreendente) tom fantástico e de terror que,
como o decorrer da narrativa se vai tornando mais e mais presente.
Porque
Brubaker, em vez de avançar de frente para o terror puro com sangue a rodos,
opta por uma versão mais subliminar, psicológica e apenas intuída pelo leitor
com um acrescento de incómodo digno de registo, devido às ameaças desconhecidas,
às sombras omnipresentes e à necessidade de enfrentar algo que se adivinha
terrífico mas que permanece - durante largas páginas – desconhecido, numa linha
narrativa com pontos de contacto com H. P. Lovercraft.
Em contraste com o que atrás descrevi, surge a bela
Josephine, a tal femme fatale que há
décadas desgraça os homens que se deixaram por ela seduzir e arrastar para uma
vida repleta de sexo, terror e morte.
Sean Philips, demonstra mais uma vez como o seu desenho
sóbrio consegue caracterizar ambientes díspares, sejam os encontros quentes com
a bela Josephine, sejam as cenas mais sombrias ou os momentos de puro terror,
numa conseguida simbiose com o texto – escrito ou não – de Brubaker.
20/02/2013
Soldado de Invierno #1
El
Invierno más largo
Colecção
100% Marvel
Ed
Brubaker (argumento)
Butch
Guice e Michael Lark (desenho)
Stefano
Gaudiano, Brian Thies, Tom Palmer (arte-final)
Bettie
Breitwiser, Jordie Bellaire, Mathew Wilson (cor)
Panini
Comics
Espanha,
Janeiro de 2013
170
x 260 mm, 200 p., cor, brochado com badanas
15,00
€
Resumo
A
“descoberta” de que Bucky Barnes não tinha morrido durante a Segunda Guerra
Mundial e tinha adoptado a identidade de Soldado Invernal, acabando mais tarde por
se transformar no novo Capitão América após a “morte” de Steve Rogers no final
da Guerra Civil - como visto em “La muerte del Capitán América”,
“El peso de los sueños” e “El hombre que compró América” - abriu uma ampla janela para novas
histórias em torno do seu passado.
Esta compilação, que reúne os comics originais
norte-americanos “Winter Soldier” #1 a #9 (Abril a Outubro de 2012) é o
primeiro passo nesse sentido. Com Barnes de volta ao uniforme de Soldado
Invernal, ela revela como ocorreu a sua transformação numa máquina assassina ao
mesmo tempo que o mostra, no presente, juntamente com a Viúva Negra, a
enfrentar uma ameaça em solo norte-americano causada pelo despertar de agentes
(ex-soviéticos) adormecidos e que ele próprio treinou.
Desenvolvimento
Desta forma, embora possa soar um pouco
anacrónico, a história assume em grande parte um tom de espionagem mais próprio
do período da Guerra Fria, com os protagonistas, escudados pela SHIELD, a
enfrentarem mercenários que compraram os códigos necessários para despertar
três agentes em animação suspensa, escondidos nos Estados Unidos.
Brubaker, que começou a sua carreira como escritor
de histórias policiais, mais uma vez expõe o seu talento nesta área, com uma
narrativa densa, bem sustentada, onde os períodos de investigação, perseguição
(muitas vezes na sombra) e de suspense, onde a aproximação ao objectivo parece
ficar sempre um pouco aquém do esperado, estão entremeados com aqueles em que a
acção explode, de forma ampla e violenta, num contraste bem doseado.
A par dos desenvolvimentos no presente, que
predominam, Brubaker vai inserindo alguns flashbacks que aos poucos vão
revelando o passado “russo” de Bucky Barnes e da Viúva Negra, ajudando a contextualizar
o relato actual.
As diferentes personagens estão bem
desenvolvidas e caracterizadas, evoluindo de forma natural no contexto em que o
argumentista as colocou.
O traço de Guice, primeiro, e de Lark, nos
quatro capítulos finais, se não tem a capacidade de deslumbrar do desenho hiper-realista
de Steve Epting nos arcos da morte e substituição do Capitão América já
referidos, pelo tom sombrio e menos definido adoptado, cria o ambiente ideal
para o tom da narrativa que, sendo na sua base uma história de super-heróis,
possui mais do que o necessário para cativar os apreciadores de narrativas
policiais e de espionagem.
Como único senão – compreensível – fica o arco
em aberto no final deste tomo, o que leva a desejar que a Panini (espanhola)
edite rapidamente – logo que possível dada a proximidade entre esta edição e a
original norte-americana – o tomo seguinte.
16/10/2012
Capitán América - El hombre que compró América
Colecção Marvel Deluxe - Capitán
América #8
Ed Brubaker (argumento)
Steve Epting, Mike Perkins,
Roberto de la Torre, Rick Magyar, Fabio Laguna (desenho)
Frank D’Armata (cor)
Panini Comics (Espanha, Setembro
de 2012)
175 x 265 mm, 152 p, cor,
cartonado
16,00 €
Resumo
Compilação dos comics Captain America vol. 5, #37 a #42, da
edição original norte-americana, consolida Bucky Barnes/o Soldado Invernal como
o novo Capitão América, não sem que antes ele tenha de defrontar alguém com as
mesmas aspirações, ao mesmo tempo que os planos urdidos pelo Caveira Vermelha são
finalmente derrotados.
Desenvolvimento
Este tomo é o último do tríptico que narra o assassinato do
Capitão América, no final da Guerra Civil que abalou o universo Marvel, e os
acontecimentos subsequentes que levaram a ajustes importantes no seu seio.
Por isso, não deve ser lido isolado, mas como fecho de uma
longa saga iniciada em “La muerte del Capitán América”
(Colecção Marvel Deluxe - Capitán América #5) e que prosseguiu em “El peso de los sueños”
(Colecção Marvel Deluxe - Capitán América #6), da mesma forma que este meu
texto precisa também do complemento do que escrevi atrás sobre os outros dois
tomos, até porque evitei repetir as ideias até agora expressas.
Nele, Brubaker continua a sua reconstrução do mito do Capitão
América, revisitando ou evocando diversos momentos da sua cronologia para dar
consistência à narrativa, que vai orientando entre o conflito com os seguidores
do Caveira Vermelha e as cenas dialogadas em que Bucky tenta justificar a opção
de vestir o uniforme do herói caído, num crescendo de tensão que culmina num
confronto entre dois capitães América!
E se a linha condutora de Brubaker – e a sua mestria
narrativa – se mantêm ao longo de toda a saga, bem pensada, delineada e
exposta, pena é que a participação de Steve Epting tenha passado a ser
intermitente, com a imagem gráfica a ressentir-se bastante e o traço a
tornar-se rude e até indefinido, sem o cunho hiper-realista que o caracterizava
e ajudava à ligação entre a ficção de super-heróis e a realidade, pois são
vários os aspectos quotidianos nela incluídos.
Em jeito de resumo, como ideia central, fica a forma como Ed
Brubaker destrói, justifica, releva e restaura o mito, encerrando um ciclo e
abrindo as portas para outro novo. Porque, se este é concluído de forma no
mínimo competente e, algumas vezes, mesmo brilhante, deixa também as pontas
soltas suficientes para que tudo possa continuar.
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