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23/11/2017

Nas bancas: Liga da Justiça #3 - O prego


(nota informativa disponibilizada pela editora)
“Por falta de um prego perdeu-se a ferradura; por falta da ferradura perdeu-se o cavalo; por falta do cavalo perdeu-se o cavaleiro, por falta do cavaleiro, perdeu-se a guerra.”
Foi baseando-se neste poema de George Herbert, publicado na colectânea Jacula Prudentum (1651), que Alan Davis, célebre desenhador da DC Comics e também da Marvel, onde trabalhou nas revistas X-Men, escreve e desenha a história do terceiro volume de Liga da Justiça - O Prego: Teoria do Caos, que sai em banca hoje, 23 de Novembro. A arte final é de Mark Farmer.
Martha e Jonathan Kent iam sair, mas um prego furou o pneu da camioneta, e eles foram obrigados a ficar em casa, ficando assim impedidos de estar no local certo à hora certa. Foi nessa noite que a nave do bebé kryptoniano Kal El se despenhou no Kansas. Em suma, o casal não encontra a criança que viria a tornar-se Clark Kent, o Super-Homem, exemplo de união de combate ao mal.
Em O Prego: Teoria do Caos, Lex Luthor é eleito Presidente de Câmara de Metropolis pela segunda vez, e é provavelmente, o empresário mais influente em todo o mundo. A comunicação social é dominada por ele, aceitando e divulgando tudo o que ele faz ou diz, incluindo o ódio que ele destila sobre os metahumanos. Devido ao seu grande poder de persuasão, a população rende-se ao que ele diz e a Liga da Justiça, que sem o Super-Homem é liderada pela Mulher- Maravilha, deixa de ser bem vista pela população em geral.
A parte da população que inicialmente via nos heróis uma salvação, passa a ver Lex Luthor como salvador, diante das melhorias sociais feitas por ele, adoptam, pouco a pouco, o discurso de que na verdade os humanos não precisam desses super-heróis, afinal, eles não viviam para fazer o bem. Eles criaram toda uma imagem de necessidade, com diversas invasões e ameaças planetárias para amedrontar o povo e dar a impressão de que todos precisavam deles, quando a realidade não era nada parecida com isso. Sem os heróis, não existiria medo e nem invasões fabricadas. O mundo seria um lugar melhor.
Esta é uma história que se encaixa bem nos nossos dias, mostrando-nos como os estragos provocados por uma comunicação social corrompida e a histeria social podem afectar pessoas e sociedades.

  

  
Características:
Capa dura
Cor
Nº de páginas - 152

(imagens disponibilizadas pela editora; clicar nelas para as aproveitar em toda a sua extensão)

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