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26/07/2017

Nas bancas: Valérian #1

(clicar na imagem para a aproveitar em toda a sua extensão)

20 comentários:

  1. Uma leitura engraçada, mas que se nota muita ingenuidade e alguma idade :-)

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    1. Este início é muito hesitante e à procura do tom certo; depois a série vai melhorar...
      Boas leituras!

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  2. Anda muita "histeria" no ar derivada do filme Valerian e desta coleção da ASA, mas ainda não vi qualquer post ou comentário relativo a outro filme baseado em BD e em que o próprio livro também está para ser editado cá dentro de pouco tempo:

    http://www.dn.pt/artes/interior/binoche-danca-e-encanta-em-polina-8666123.html

    note-se que eu só soube disto, quando vi o titulo da notícia e fui ver se o "Polina" desse titulo tinha alguma coisa a ver com a "Polina" do Bastien Vivés

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    1. pco69,
      Valérian e Polina têm impactos mediáticos diferentes, devido à importância relativa de cada um deles na História da BD (francófona)...
      Logo não podes querer que tenham o mesmo tratamento.
      Boas leituras!

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  3. É verdade que o álbum trás 5páginas inéditas?

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    1. Como já referi noutro lado, talvêz seja deselegante aprontar para outro blog, mas... no bandasdesenhadas.com está lá essa afirmação e uma resposta do Pedro Bouça relativa a isso.

      O que eu posso dizer é que a tal sequencia do rancho e cavalgada com o cowboy, existe nesta edição. Se existe ou não nas edições da Meribérica, não faço ideia.

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    2. Já tinha abordado esta questão no Facebook onde me foi colocada.
      Na verdade não são só 5 páginas inéditas, são mais! Inéditas, na versão portuguesa em álbum (não sei se também na versão que saiu na revista Tintin).
      Originalmente o Valérian funcionava em histórias de 30 páginas. Sonhos Maus ficou assim. Quando foi publicado o primeiro álbum da série, A Cidade das Águas Movediças, as duas histórias seguintes - A Cidade... e Terra em Chamas - foram 'ajustadas' para o álbum assumir as 48 páginas tradicionais no mercado francófono. Nalguns casos houve supressão de páginas, noutros remontagem.
      Quando a Dargaud editou os volumes integrais de Valérian, recuperou as versões originais destas histórias, também utilizadas agora na edição da ASA.
      Boas leituras... integrais!

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  4. Olá Pedro. Quantas páginas são a mais?

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    1. Jorge,
      As histórias originais tinham 28 páginas (e não 30 como escrevi acima).
      O álbum da Meribérica tinha 47 páginas de BD.
      A diferença são 9 páginas.
      Boas leituras!

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  5. Obrigado Pedro, já adquiri o álbum e vou comparar com a versão do tintin. Acabei agora de ver o filme em 3d.

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  6. Também em relação à história publicada no tintin tem cerca de 9 páginas inéditas.

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  7. Pedro, não tendo particular interesse na colecção toda, comprei o primeiro volume sabendo que é um dos grandes clássicos da bd e que inspirou filmes de ficção cientifica, como tal tenho alguma curiosidade, que histórias recomendas mais ? Obrigado

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    1. Homem do leme,
      Como vou escrever aqui amanhã, esse volume inicial, embora importante para perceber parte do contexto da série e por juntar Valérian e Laureline, é muito hesitante e tem algumas marcas do tempo.
      Quanto aos restantes álbuns, já não os releio há alguns anos, pelo que tenho algum receio em estar a fazer sugestões. Globalmente, tenho ideia que gosto mais daquilo a que poderemos chamar primeiro ciclo - sensivelmente até ao Metro Chatelet - do que dos álbuns finais, mas é algo que vou ter que confirmar ao longo das próximas semanas...
      Boas leituras!

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  8. Uma opinião pessoal. Heróis do equinócio,nas terras programadas,metro chatelet, e todos a partir do sobre as fronteiras, incluindo este.
    A coleção vale a pena adquirir na íntegra. Mas só terá essa percepção depois de os ler todos.

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  9. É uma colecção que não irei fazer (pelo menos para já) e o que me levou a isso foi o facto de não ser em capa dura. Podem até me dizer que o que interessa está lá dentro (e é verdade), mas eu queria uma edição de qualidade que eu pudesse reler daqui a vinte ou trinta anos sem ter a folhas a soltarem-se. Acho que a Asa perdeu uma oportunidade de ter uma edição de luxo e tudo por por uns trocados. Tenho lido muitos comentários que vão no mesmo sentido que o meu. Comprei a colecção Airborne 44, mesmo sem grandes opiniões sobre a obra por ser recente e algo desconhecida, em grande parte, por ser em capa dura e apesar das outra colecções que andava a fazer no momento. Fiz esse sacrifício e te-lo ia feito novamente por esta colecção se fosse em capa dura, assim ficará para outra altura, se é que vai chegar.

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    1. Capa dura por álbuns duplos? Caríssimo. Tenho muitos livros já com 30 anos de capa mole e estão optimos. Já tenho outros de capa dura que vinham do meu pai e estão em péssimo estado.

      Se esta coleção fosse de capa mole com preços exorbitantes, isso sim era criticável.

      Ao não comprar, só irá perder uma das melhores séries de sempre.

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    2. Caríssimos? Em que é que o caro diogosr1 se baseia para dizer isso? O inestimável José Freitas já escrever aqui que o preço de um livro é (em parte) "uma "opção" das editoras" e que a "G.Floy optou desde sempre por ter livros baratos, mais baratos do que a média do mercado português".

      https://asleiturasdopedro.blogspot.pt/2017/07/o-homem-que-passeia.html#comment-form

      A Asa como parte de um enorme grupo editorial tem de apresentar resultados e claro que entre apresentar um lucro, por exemplo, de 4€ poder ter 5€ sacrificando as capadas duras então que seja. O blogger Nuno Amado esteve na apresentação desta colecção e falou com alguém responsável pela série e colocou-lhe a questão sobre as capas (duras) e a resposta foi "que tinha havido muita discussão sobre o assunto, em que havia uma"facção" capa dura e outra capa mole. Ganhou a "facção mole". " Presumo que se a opção de colocar capas duras fosse assim tão caríssima, como afirma, nem sequer tivesse sido equacionada.

      http://bongop-leituras-bd.blogspot.pt/2017/07/valerian-vol1-sonhos-maus-cidade-das.html

      Se como afirma, e eu acredito plenamente nas suas palavras, que esta é umas das "melhores séries de sempre" não acha que ela merecia uma edição (capa dura, papel de boa gramagem, um prefacio, etc) à altura do que esta serie?

      Por fim volto a dizer que não irei comprar para já esta colecção o que não quer dizer que tenha desistido dela, mas esta é a minha forma de protesto pela tratamento que deram a uma colecção que e acho que concordamos todos, merecia mais.

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  10. Tomás Lopes29/7/17 11:47

    A questão da capa mole ou dura é muito discutível e depende da opinião de cada um. O que ainda é sintomático da pouca exigência do público português é sucederem-se as coleções incompletas e serem recebidas como fantásticas. Em França ou Inglaterra, está série está integralmente publicada com as histórias curtas. Tal como alguém lembrava, também o Sandman foi semipublicado, envolvido em promessas vãs. O aumento da oferta não vai acabar com o mercado português, vai sim é aumentar a exigência e isso é óptimo.

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    1. Mas é isso que tem acontecido, Tomás, embora nem sempre da melhor maneira: há uma maior exigência de quem compra, em relação ao que é apresentado.
      Há edições para (quase) todos os gostos mas já não há dinheiro para todas as edições. O que sendo mau, é bom. Significa quantidade - e quase sempre também qualidade e diversidade.
      Há que aprender a viver numa nova situação e esperar que este momento que é de expansão, possa conduzir a um equilíbrio do mercado.
      Boas leituras!

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    2. Dizeres que o sandman foi semi publicado devia dar prisão ;) A série principal foi publicada integralmente, numa coleção espetacular. Ponto final. Promessas e mais não sei que é pura especulação. Prefiro que venham mais coleções da vertigo do que bater numa segunda série do sandman sem interesse. Finalmente, valeriam em inglaterra? Nem pensar... a cinebook la vai editando, e se quiseres comparar a qualidade da versão inglesa com a nossa... apagaras o teu comentario de vergonha.

      Um abraço

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