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23/10/2014

X-Women: Mulheres da Marvel








Aquelas que pareciam ser umas férias de sonho acabam por se transformar numa armadilha mortal, em que as heroínas dos X-Men têm de enfrentar um inimigo misterioso, que as conseguiu raptar e despojar dos seus poderes.
Este é o ponto de partida da história que o lendário Chris Claremont escreveu por medida para o talento ímpar de Milo Manara, o mestre europeu do erotismo na BD, que, na sua estreia na Casa das Ideias, consegue transmitir uma sensualidade única às mulheres do universo Marvel.
Mais pormenores e as primeiras pranchas já de seguida.


A completar este volume, feito unicamente de histórias em que as mulheres são as protagonistas, ilustradas, entre outros, pelos portugueses Filipe Andrade e Nuno Plati, temos uma galeria com as capas inesquecíveis que Manara desenhou para a Marvel.
Um livro com um interesse especial para os fãs de banda desenhada portuguesa, já que representa uma dos raras oportunidades de ver um nome grande da BD franco-belga fora do seu terreno normal, a ilustrar um comic de super-heróis.
Tal como o álbum Surfista Prateado: Parábola, que incluía a célebre história de Stan Lee, com arte de Moebius, do mesmo nome (premiado no Festival da Amadora de 2013 na categoria de Clássico da Nona Arte), é uma obra imprescindível para qualquer coleccionador, até por incluir uma história ilustrada por autores portugueses.

 

 

 

4 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. X-Woman só vale pela arte.O Argumento de Claremont é fraquinho e dá largas aos fetiches dele..Nunca percebi porque a Marvel não fez uma compilação so com as bds da Panini italia em tpb.

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    Respostas
    1. Sim, Optimus, desta vez estamos de acordo.
      A história do Claremont não é famosa - apesar de alguns aspectos curiosos - e o Manara acaba por estar muito contido - ou não fosse esta uma BD para o mercado norte-americano...
      Embora se perceba a ideia - e eu aplaudo a publicação da BD do Filipe Andrade e do Nuno Plati com a Marjorie Liu - o volume acaba por ficar algo desequilibrado.

      Boas leituras!

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  3. Na minha opinião este volume e o dos Contos de Fadas são dispensáveis. Com tanto material Marvel de qualidade que falta lançar em PT-PT, o mostrar o trabalho de autores portugueses ou de franco-belga na Marvel é algo completamente secundário. Por exemplo, com estes 2 volumes que referi, teriam aproveitado e lançavam o Dark Avengers que merece ser lido e contextualiza o volume do Cerco.

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